Superendividamento – não caia nessa cilada!

Já ouviu falar na palavra superendividamento? Talvez esta palavra não seja muito conhecida por você, mas com certeza o seu significado é muito familiar, ou até mesmo você está superendividado.

No post de hoje, vamos falar sobre o que é superendividamento; como as pessoas ficam superendividadas; quais as consequências psicológicas de ficar superendividado e como sair desta situação.

O que é superendividamento?

Superendividamento é o que acontece quanto uma pessoa não consegue mais pagar suas contas a ponto de não conseguir comprar de itens básicos para sua sobrevivência e de sua família ( comida, roupas e moradia). Em termos simples: Você está atolado até o pescoço em contas e não consegue pagá-las!!!

Você está nessa situação? Como se sente ao ver sua vida financeira ruindo e afetando todos os outros fatores da sua vida?

Este é um assunto sério, pois traz consequências graves não só para quem está passando por esta situação, mas para todos a sua volta – parentes, amigos e colegas de trabalho.

Mas como ficamos superendividados?

Existem diversos motivos, mas acredito que os dois principais estão relacionados. Um  com um fator externo e outro com um interno.

Fator externo 

A sociedade tem passado por diversas mudanças, e uma delas ( a que afeta diretamente suas contas) é que passamos do trabalho baseado em produtividade – trabalhávamos para produzir o que consumíamos e o excedente vendíamos e trocávamos; e passamos para uma sociedade do consumo – trabalhamos para consumir bens e produtos.

Isso gera uma necessidade econômica de comercialização de bens de consumo de maneira frenética. E aí é que está o fator externo – a propaganda.  

Você é metralhado por propagandas na rua, na internet, em todo lugar e todo o tempo. Empresas estudam a mente humana para chamar a atenção e criar a “necessidade” de consumir itens. Veja neste artigo como funciona o marketing de uma das maiores redes de fastfood do mundo e verá que a maioria do que compra é fruto de estímulos bem pensados por profissionais da área de publicidade e propaganda.

Pare e pense: Quantas vezes você comprou algo e na hora da compra estava eufórico e depois de um tempo se sentiu vazio e triste novamente? Não se sente excluído por não ter dinheiro para comprar último lançamento de um smartfone ou roupa da moda?  Ou fica chateado de não poder dar aquele presente que seu filho tanto lhe pediu, mas mesmo que não tivesse dívidas você nunca iria conseguir comprar?

As respostas a essas perguntas demostram a você o quanto é influenciado pelas propagandas. No entanto, não há como controlar o que as empresas de publicidade fazem, afinal, é um trabalho, em sua maioria, lícito. Agora vamos ao outro fator, o interno.

Fator interno

Este fator tem haver com o que sentimos, nossos desejos de consumo. Quando não sabemos como e o porque algo funciona, ficamos com medo e inseguros. E algo muito mais grave acontece quanto não procuramos entender (estudar) determinado assunto: nós ficamos conformados!!!

É o  que acontece quando não conhecemos como funciona o mundo do consumo, ficamos conformados de que é assim mesmo que as coisas funcionam: “Eu trabalho igual um escravo e logo gasto tudo o que ganho para “aliviar” minha cabeça”. Só que este ciclo trás consequências negativas pra sua vida.

Se você está superendividado, você precisa entender que o fator interno é o que mais afeta você. Seu jeito de pensar sobre comprar bens de consumo está equivocado. A dica é: estude como funciona o mundo consumo e, principalmente, como é o seu comportamento em relação a isso – a sua maneira de pensar em relação a adquirir bens.

Se você se sente vazio quando não compra algo, ou quando não tem dinheiro para comprar, seu problema não tem haver com dinheiro, mas sim com suas emoções! Procure ajuda – até mesmo ajuda médica, ser for o caso.

O fato é: o fator interno pode ser completamente controlado e está na sua mão estar determinado a superar isso. Por isso incentivamos fortemente que você continue a acompanhar este blog!

Mas como não cair nesta cilada?

Talvez você não esteja superendividado, mas já percebeu que ao responder as perguntas dos parágrafos anteriores, está caminhado a passos largos para esta situação. Como falamos antes, tem haver como que você trata o consumo e seu dinheiro.

Para que você dê meia volta nesta caminhada rumo à morte financeira, seguem algumas dicas práticas de como não se estribar no mundo da contas não pagas:

  • Faça um orçamento das suas contas: Não se sabote, você precisa ter um controle de seus ganhos e de suas despesas – nem que seja numa folha de papel!!!;
  • Pense na sua real motivação entes de comprar algo: Faça as perguntas mágicas: Eu realmente preciso disso? Eu realmente quero isso? Eu posso pagar por isso com o meu dinheiro? ( não com o dinheiro do cartão de crédito, que não é seu!) – veja;
  • Pare de apenas sonhar com dias melhores, coloque a mão na massa: Não adie sua atitude de mudar sua vida em relação a este assunto, pare de gastar sem necessidade, quite suas dividas e seja feliz!!!

Não desista!

Agora, se você já está nesta situação, não se desespere! Este blog tem a intenção de te ajudar. Nos próximos artigos, vamos passar dicas práticas, como estas acima, de como você pode sair deste lamaçal que é ficar atolado em contas. Mas primeiro você precisa admitir que está nessa situação e quer muito mudar.

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